Moradores, empresas e investidores interessados em imóveis nas cidades de Belo Horizonte e Betim têm até 3 de dezembro de 2026 para participar de um leilão eletrônico do Governo de Minas Gerais. O procedimento reúne sete bens pertencentes ao Instituto de Previdência dos Servidores do Estado de Minas Gerais (Ipsemg), com uma casa no bairro Nova Suíça, na região Oeste da capital, e seis lotes na área central de Betim, na Região Metropolitana.
Os lances começaram a ser recebidos em 4 de novembro e serão encerrados a partir das 10h do dia 3 de dezembro, em sequência, conforme as regras do edital. A venda é conduzida pela Minas Gerais Participações S.A. (MGI), empresa estatal vinculada à Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico. A divulgação do procedimento foi publicada pelo O Tempo.
Quais imóveis estão no leilão
O conjunto disponível tem perfis diferentes. Em Belo Horizonte, o bem é uma casa localizada no bairro Nova Suíça, na região Oeste da cidade. A localização coloca o imóvel em uma área urbana consolidada da capital mineira, enquanto os demais itens estão concentrados no Centro de Betim, município vizinho de Belo Horizonte e integrante da Região Metropolitana.
Em Betim, o leilão oferece seis lotes. A concentração dos terrenos em uma mesma região pode interessar tanto a compradores individuais quanto a empresas que avaliam oportunidades imobiliárias no município. A relação completa, com as características de cada bem, os valores mínimos e as exigências específicas, deve ser consultada diretamente no edital que regulamenta o procedimento.
Quem pode participar e como apresentar lances
Podem participar pessoas físicas e jurídicas, desde que façam o cadastro no sistema indicado no edital. Esse registro é uma etapa necessária para habilitação no leilão eletrônico e deve ser realizado dentro das condições estabelecidas para o procedimento. Após o cadastro, o interessado pode apresentar propostas para os lotes disponíveis até o prazo final.
O encerramento não ocorre simultaneamente para todos os bens. De acordo com as informações divulgadas, os lotes começam a ser fechados a partir das 10h de 3 de dezembro, seguindo uma ordem de sequência. Por isso, o interessado precisa observar no edital o horário aplicável ao imóvel escolhido, além dos documentos exigidos para a participação.
A modalidade eletrônica permite que os lances sejam feitos pela plataforma definida no edital, sem a necessidade de comparecimento presencial ao imóvel ou a uma sessão pública. As condições de habilitação, a forma de disputa e os critérios para confirmação do vencedor são determinados pelas regras do certame.
Formas de pagamento previstas
Os imóveis podem ser adquiridos à vista ou por financiamento bancário, conforme as condições informadas para o leilão. Também há previsão de uso de recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), desde que a operação atenda às regras aplicáveis e às exigências do edital.
A possibilidade de financiamento e utilização do FGTS não elimina a necessidade de o comprador verificar previamente sua própria capacidade de pagamento e a aprovação da instituição financeira, quando for o caso. Cada modalidade pode envolver documentos e procedimentos diferentes, especialmente no caso de pessoas jurídicas ou de compras financiadas.
O edital também deve ser analisado antes da apresentação de qualquer lance para conferir a descrição individual dos bens, os valores mínimos, as condições de pagamento, os documentos necessários e eventuais obrigações atribuídas ao arrematante. Essas informações são decisivas para que o interessado compreenda o compromisso assumido caso vença a disputa.
Prazo termina em dezembro
O período de participação segue aberto até 3 de dezembro de 2026. A iniciativa coloca imóveis vinculados ao Ipsemg em uma disputa pública conduzida pela MGI e alcança duas cidades importantes da Região Metropolitana de Belo Horizonte. Para os interessados, os principais marcos são o cadastro no sistema indicado, a consulta às regras do edital e o envio dos lances dentro do horário previsto para cada lote.
